Escola de Tempo Integral Estadual Professor Pedro Voss
Ano de aplicação do projeto: 2011
Objetivo:
Aprender matemática de uma forma mais prazerosa utilizando a música como veículo instigador.
Justificativa:
Este projeto surgiu com a necessidade de reforçar a compreensão da Matemática pelos alunos.
Metodologia:
A princípio, foi feito um levantamento junto aos professores quanto ao número de alunos, em cada uma das turmas, que apresentaram baixo rendimento em matemática.
Os alunos foram encaminhados para aulas semanais de reforço com foco nas quatro operações matemáticas, contando com o apoio do "tira-dúvidas" no dia a dia.
Assim que atividades musicais eram absorvidas pelos alunos, fez-se então a ligação entre a música e a matemática, utilizando ao invés de números, valores musicais nas quatro operações bem como nos jogos, práticas rítmicas, gincanas e tabuada musical.
Materiais:
Lousa e giz;
instrumentos musicais de percussão;
instrumentos feitos de sucatas como latinhas de refrigerante vazias e outros tipos de latas;
aparelho de som, CD's, DVD's e Data Show;
áreas externas: quadra e pátios.
Registros:

Resultados:
Melhoria no rendimento escolar dos alunos.
Não houve nenhuma dificuldade para implantação do projeto, apenas apoio por parte da diretoria da escola e coordenação.
Fonte: Site Parceiros da Educação. (http://www.parceirosdaeducacao.org.br/boaspraticas/uploads/matematica_com_masica__ee_pedro_voss__versao_final_1348594529.pdf)
2 - Projeto: A Matemática aplicada na arquitetura da cidade
Escola de Tempo Integral Estadual Piratini
Ano de aplicação do projeto: 2013
Resultados:
Fonte: Site Educação Integral (http://educacaointegral.org.br/experiencias/em-porto-alegre-professora-utiliza-formas-da-cidade-para-ensinar-matematica/)
2 - Projeto: A Matemática aplicada na arquitetura da cidade
Escola de Tempo Integral Estadual Piratini
Ano de aplicação do projeto: 2013
Objetivo:
Fazer das formas da cidade objeto de ensino da matemática.
Justificativa:
Este projeto surgiu com a necessidade de mostrar o uso da geometria no cotidiano dos alunos.
Metodologia:
A
princípio, foi pedido aos alunos que trouxessem embalagens vazias e mostrou que caixa e enlatados também se enquadram nos formatos geométricos estudados na sala de aula.
No mesmo dia, foi pedido que olhassem através da janela da escola e mostrassem formas que dialogavam com o conteúdo estudado.
A professora pediu para que fotografasse todos as formas geométricas que encontrassem no caminho para a escola e no fim de semana. Além de identificar a geometria presente na vida real, os alunos tinham de desenvolver uma pesquisa sobre história sobre o lugar fotografado, em uma atividade interdisciplinar, realizada em parceria entre as disciplinas de história e matemática.
A partir do diálogo com moradores, síndicos dos prédios ou vizinhos dos locais, os estudantes tinham como tarefa descobrir quando a edificação foi inaugurada, o que havia no espaço antes da construção, quais foram as maiores mudanças da paisagem no decorrer dos anos, mostrando aos alunos que havia muitas histórias interessantes por trás de uma simples construção.
Foram praticamente dois meses de pesquisa e registros em fotos. No fim do processo, cada um dos grupos de alunos do 3º ano apresentou em seminários as formas e histórias que descobriram durante os exercícios. As palestras tiveram que ser construídas com apresentações em slides, incentivando o diálogo de um terceiro conhecimento no processo: o da informática.
Mesmo trazendo fotos de lugares iguais, cada grupo de estudantes trazia uma perspectiva diferente do lugar analisado e permitiu que um maior conhecimento sobre a cidade fosse socializado entre a turma. Além disso, muitos famílias puderam se envolver nesse exercício, já que algumas das fotos eram produzidas nos passeios durante os fins de semana.
Os estudantes tinham total autonomia na escolha dos lugares, o que, para a professora, foi algo enriquecedor, uma vez que a escola contempla estudantes de diferentes bairros da cidade de Porto Alegre. As variadas leituras apresentaram distintas arquiteturas, memórias e formas de observar a cidade.
Registros:
No mesmo dia, foi pedido que olhassem através da janela da escola e mostrassem formas que dialogavam com o conteúdo estudado.
A professora pediu para que fotografasse todos as formas geométricas que encontrassem no caminho para a escola e no fim de semana. Além de identificar a geometria presente na vida real, os alunos tinham de desenvolver uma pesquisa sobre história sobre o lugar fotografado, em uma atividade interdisciplinar, realizada em parceria entre as disciplinas de história e matemática.
A partir do diálogo com moradores, síndicos dos prédios ou vizinhos dos locais, os estudantes tinham como tarefa descobrir quando a edificação foi inaugurada, o que havia no espaço antes da construção, quais foram as maiores mudanças da paisagem no decorrer dos anos, mostrando aos alunos que havia muitas histórias interessantes por trás de uma simples construção.
Foram praticamente dois meses de pesquisa e registros em fotos. No fim do processo, cada um dos grupos de alunos do 3º ano apresentou em seminários as formas e histórias que descobriram durante os exercícios. As palestras tiveram que ser construídas com apresentações em slides, incentivando o diálogo de um terceiro conhecimento no processo: o da informática.
Mesmo trazendo fotos de lugares iguais, cada grupo de estudantes trazia uma perspectiva diferente do lugar analisado e permitiu que um maior conhecimento sobre a cidade fosse socializado entre a turma. Além disso, muitos famílias puderam se envolver nesse exercício, já que algumas das fotos eram produzidas nos passeios durante os fins de semana.
Os estudantes tinham total autonomia na escolha dos lugares, o que, para a professora, foi algo enriquecedor, uma vez que a escola contempla estudantes de diferentes bairros da cidade de Porto Alegre. As variadas leituras apresentaram distintas arquiteturas, memórias e formas de observar a cidade.
Registros:
Resultados:
Com a atividade, a professora pôde notar maior interesse dos
estudantes no ensino de geometria espacial, que antes não eram
compreendidas por eles. A educadora percebeu ainda que os alunos notaram
como a matemática está presente em suas vidas, sem mesmo perceberem,
até mesmo na arquitetura de suas próprias casas.
As meninas e meninos começaram a compreender com mais facilidade
algumas nomenclaturas da área de exatas, já que o conteúdo ficou muito
mais próximo de suas realidades. Na disciplina de história, foi possível
conhecer novos aspectos sobre a história da cidade, dialogando com
outros conteúdos curriculares, como processo de urbanização da cidade,
imigrações e evolução tecnológica e arquitetônica.
Fonte: Site Educação Integral (http://educacaointegral.org.br/experiencias/em-porto-alegre-professora-utiliza-formas-da-cidade-para-ensinar-matematica/)




Idelvina e Jakelynne, o que percebemos e que o modo de ensinar os conteúdos possou por diversas transformações, uma aprendizagem que não foca em decorar e sim transmitir o conhecimento relacionado ao cotidiano do aluno. Entre as atividades a que chamou a minha atenção, foi a ligação da matemática com a música, penso como educadora que essa relação facilita aprendizagem, vejo que atividade melhorou o rendimento dos alunos.
ResponderExcluirElisa, concordo com você. Trabalhar o conteúdo de forma concreta, conduz o aluno a notar a sua aplicabilidade no dia a dia.
ResponderExcluirParabéns pelo blog de vocês,
ResponderExcluirpodemos observar nas experiências apresentas, que é possível tornar as aulas de matemática dinâmicas e criativa, de forma que o aluno aprenda os conceitos matemáticos de forma prazerosas e significativapara.
o blog ficou muito interessante. E tem um recorte especial extrapola o decoreba da matemática, mas perpassa pela vivencia do alunado.
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